❝ — Sou educada, sim, mas quero te chupar.
— Boca suja.
— Minha boca é suja, mas você não ia reclamar se ela estivesse no seu pau.
— G&G. (via p-oeta)
❝ Lirismo: estado afetivo sublime - vizinho da sublime loucura
— Mário de Andrade (via l-i-r-i-c-a)
❝ Eu gosto de corredores, aliás, eu gosto de sentar em corredores, pois é como se eu estivesse sentado entre o espaço de tempo do passado com o presente ou deste último com o passado. É como se eu estivesse no intervalo do começo e do final. É como se eu fizesse parte do que liga uma coisa a outra. Como se estivesse em uma ponte e se aquele corredor partisse no meio, tudo estaria perdido, principalmente a conexão entre o outro alguém que estaria esperando do outro lado.
— Sou um ser feito de barro, apenas. (via serdebarro)
❝ No exato momento em que seus olhos encontram os meus, há uma dança de sentimentos onde sinto-me despida, não fisicamente, mas despida na alma. Esta pobre alma que tenta esconder cada vestígio seu em mim. Tento em vão pois seu olhar desvenda cada lacuna do meu ser, e encontro-me rendida, estendida e amada, de um jeito incompreensível aos olhos de todos, menos aos nossos olhos, quem concluem esse circulo vicioso como tudo começou, em uma simples troca de olhares.
— BiaM
(via antiguidade-s)
❝ Se você me olhar por dentro, vai perceber que eu não sou de ferro, não mesmo. Eu ando meio sozinho e quebrado. Na rua estou abraçando manequins e beijando moradores de rua, me perdoe, mas eu não tenho mais razão, não tenho mais emoção. Se você pudesse me olhar por dentro me entenderia, ou ao menos se eu pudesse virar do avesso, você poderia me ver. Sou um ser de carne e osso e todo coração. Eu ando feio por inteiro, eu ando louco. Ando só. Desculpe, mas já não sou o mesmo de antes. Nunca mais serei o mesmo de antes. Eu não sei se devo rir ou chorar, preciso de uma mão, de um ombro, ou mesmo de um corpo inteiro para eu me escorar. Alguém? Ninguém. É por isso que eu ando quebrado. Sou feio por inteiro. E sozinho.
— Anarquismos. (via diasruinstodomundotem)